Estudantes da Unifebe realizam levantamento histórico sobre as principais enchentes de Brusque

As cheias do rio Itajaí-Mirim que assolaram Brusque, de 1862 a 2017, foram caso de estudo dos acadêmicos bolsistas do Centro Universitário de Brusque (Unifebe). Orientados pela professora Tamily Roedel, em parceria com a Defesa Civil de Brusque e com o Museu Histórico Casa de Brusque, os estudantes fizeram um levantamento histórico das principais enchentes que ocorreram em Brusque e os danos ambientes, sociais e sanitários gerados na comunidade. 

“O intuito do projeto era fazer os acadêmicos identificar esses fatores e repassar essas informações para as gerações futuras, para organizar parcerias e implementar ações que minimizem esses desastres naturais, garantindo, assim, o desenvolvimento regional sustentável, preconizado pelos documentos estaduais e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, explica a professora e idealizadora do projeto, Tamily. 

Para desenvolver a pesquisa, os 45 acadêmicos bolsistas do programa de Bolsas Universitárias foram divididos individualmente e em duplas. Os alunos precisaram identificar o período que durou a enchente, a cota do rio, pluviosidade da época, número de pessoas atingidas, número de pessoas envolvidas no salvamento, apresentar três fotos, citar bairros afetados e apresentar três relatos de pessoas que estiveram presentes ou relatos de documentos históricos da época. 

A enchente de 1948 foi tema do trabalho do acadêmico de Publicidade e Propaganda, Guilherme Bernardi. Por não conseguir entrevistar pessoas que vivenciaram a catástrofe, o periódico O Rebate foi a fonte de pesquisa do estudante. “Além de perceber o quanto a enchente impactou de formas diferentes, de acordo com cada período vivido pelo município, percebi como o jornalismo cumpre uma função social, já que a maioria de todas as informações só foram possíveis graças a esses veículos. Os fatos perduram além do tempo e realmente ficam para a história. Foi uma experiência enriquecedora para a minha formação e espero que seja uma importante fonte de pesquisa para Brusque”, salienta Guilherme. 

Depois de prontos, os trabalhos foram apresentados para o chefe de vistorias e fiscalização da Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil da Defesa Civil de Brusque, Edevilson Paulino Cugiki, e para a historiadora do Museu Casa de Brusque, Luciana Pasa Tomasi. 

“Este é mais um projeto de extensão social com visão educativa desenvolvido pela nossa instituição com os acadêmicos bolsistas do Programa de Bolsas Universitárias de Santa Catarina – Uniedu. A cada ação percebemos o quanto os estudantes se engajam e se envolvem com as propostas, e esse é o principal propósito desses projetos, fazer com que os acadêmicos bolsistas se sintam parte e contribuam com a história e o desenvolvimento da nossa região”, conclui Edineia.

 

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