Cesta básica manteve valor em Brusque no mês de dezembro

A cesta básica no município de Brusque no último mês de 2022, apresentou custo semelhante ao mês anterior (novembro). Segundo pesquisa do Fórum das Entidades Sindicais de Trabalhadores de Brusque e Região (Fórum Sindical) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e com o Sindicato dos Trabalhadores Têxteis (Sintrafite), o custo dos 13 itens que compõem o conjunto de alimentos básicos teve um custo de R$ 636,10, no mês de dezembro, uma redução de 0,09%, já que no mês anterior, o custo foi de R$ 636,68.

O produto que teve maior alta foi o tomate, que apresentou custo médio de R$ 8,65 o quilo, uma variação de 15,8%. Em seguida, aparece o feijão, com custo médio de R$ 6,69 o quilo e a batata, com o custo médio de R$ 5,15 o quilo.

A carne permanece como o produto mais caro da cesta básica na cidade de Brusque, mesmo apresentando uma redução na variação mensal de 1,05%. A banana, que havia sido uma das vilãs da cesta básica de novembro, e o leite, também apresentaram redução de 10,09% e 6,02%, respectivamente.

De acordo com a coordenadora do Fórum Sindical, Marli Leandro, os dados da pesquisa apontam que os itens da cesta básica têm a maior fatia do orçamento familiar, pois representam 56,74% do salário mínimo nacional, atualmente no valor de R$ 1.121,10 líquido. 

“É importante frisar que o custo desta cesta básica é para uma pessoa adulta, ou seja, se analisarmos isso para uma família de quatro pessoas, teremos um valor muito maior, o que compromete muito o salário do trabalhador. Além disso, estamos falando aqui apenas dos itens básicos, mas outros mais são adquiridos para complementar a alimentação dos trabalhadores, trabalhadoras e suas famílias”, enfatiza.

Conforme os dados da pesquisa, a cesta básica de dezembro de 2022 representou o montante de 115,48 horas de trabalho para o trabalhador brusquense. O curso da Cesta Básica de Brusque ocupa a 13ª colocação, entre as 18 cidades brasileiras nas quais o Departamento realiza a pesquisa, lembrando que 17 delas são capitais. 

Com base na cesta mais cara, que, em dezembro, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em dezembro de 2022, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 6.647,63, ou 5,48 vezes o mínimo de R$ 1.212,00. Em novembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 6.575,30, ou 5,43 vezes o piso vigente. Em dezembro de 2021, o salário mínimo necessário foi de R$ 5.800,98, ou 5,27 vezes o piso em vigor, que equivalia a R$ 1.100,00.

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