Presidente da entidade, Andrey Vinotti, falou sobre segurança, infraestrutura, uso de cerol e projetos para a comunidade durante entrevista no Conexão 92
O presidente da Associação de Moradores do bairro Rio Branco, Andrey Vinotti, participou do programa Conexão 92, da Rádio Cidade, e falou sobre as principais demandas da comunidade.
Entre os assuntos abordados esteve a segurança e a fiscalização de trânsito. Andrey afirmou que a associação recebe reclamações de moradores e cobra rondas da Polícia Militar em pontos específicos do bairro, principalmente na Rua Orlando Silva, onde há registros de queixas relacionadas a som alto, movimentação de jovens e perturbações.
Sobre a fiscalização de trânsito, ele afirmou que as reclamações sobre blitz diminuíram, mas destacou que é importante que os moradores encaminhem as demandas à associação para que sejam levadas aos órgãos responsáveis.
Andrey está no segundo ano à frente da associação e conta que uma das prioridades desde que assumiu foi organizar a entidade e buscar soluções para problemas do cotidiano.
Entre as demandas estão calçadas, iluminação pública, bocas de lobo, pavimentação e outras melhorias. Ele destacou que a Prefeitura tem atendido boa parte das solicitações, mas ainda existem pontos que precisam de atenção.
A falta de calçadas em alguns trechos preocupa, principalmente porque moradores que seguem em direção à Beira-Rio acabam precisando caminhar pela rua.
Outra meta da associação é criar uma área de lazer para os moradores. Segundo Andrey, o bairro não possui atualmente uma praça e a entidade pretende aproveitar um terreno que deverá ficar sob sua responsabilidade para instalar bancos, mesas, árvores e gramado.
A associação também acompanha as melhorias no espaço esportivo da Rua Orlando Silva, que conta com campos de futebol e vôlei de areia. O local passa por reformas e a entidade avalia a instalação de fechamento e a definição de horários para utilização, devido a reclamações de barulho durante a madrugada.
Andrey também defende a realização de torneios esportivos como forma de movimentar a comunidade e arrecadar recursos para a manutenção dos espaços.
Um dos problemas apontados pelo presidente é o uso de cerol e linhas cortantes em pipas. Segundo ele, a situação ainda não foi solucionada e a associação continua cobrando medidas do poder público.
Andrey relatou casos envolvendo moradores e veículos atingidos por linhas e defendeu regras mais claras sobre onde a prática pode ocorrer e como deve ser feita a fiscalização.
Durante a entrevista, Andrey também comentou sobre o recente título de utilidade pública municipal concedido à associação.
Desde que assumiu, ele afirma ter trabalhado na organização da documentação, atualização do estatuto e abertura de uma conta bancária para a entidade.
Segundo o presidente, o reconhecimento poderá facilitar a busca por recursos para projetos e melhorias no bairro. A intenção agora é buscar também o reconhecimento em âmbito estadual.
Andrey reforçou que os recursos arrecadados pela associação são destinados a ações em benefício da própria comunidade e destacou que, apesar de ser um trabalho voluntário e exigir dedicação, os resultados são compensadores.




