Duas atletas brusquenses foram pré-convocadas para a Seleção Brasileira de Voleibol, categoria infanto-juvenil sub-18. A lista foi divulgada na quarta-feira (11). Gabriela Duarte Waldrigues e Carolina de Barros Pires treinam pela Associação Brusquense de Esporte e Lazer (Abel).
No próximo dia 1º de junho, as pré-selecionadas devem seguir para a cidade de Saquarema (RJ), onde vão participar da seletiva, juntamente com o técnico Mauricio Thomas, também de Brusque.
A ponteira Gabriela Duarte (14) afirma ter ficado feliz e agradecida pela oportunidade, que é um sonho. “Poder representar o nosso clube lá é uma sensação muito boa. Tenho certeza que a gente vai aproveitar e agarrar essa oportunidade, além de desfrutar do máximo possível para ter mais experiência”. Ela ainda conta que joga há dois anos na Abel e, atualmente, é ponteira.
Assim que forem para o Rio de Janeiro, as meninas devem permanecer na cidade por tempo ainda não divulgado, até que todas sejam selecionadas. “Agora é ralar e treinar todos os dias para a gente chegar lá”, destaca Gabriela.
A levantadora Carolina de Barros (15) contou que ficou sabendo da pré-convocação pela internet, no entanto o nome estava relacionado ao Rio de Janeiro, o que fez ela nem imaginar o chamado. “Quando eu recebi a notícia, eu fiquei muito surpresa pelo fato de ser um sonho. Desde criança, a gente fala “ah, mãe, eu vou jogar na Seleção Brasileira””, brinca a jogadora. Ela pratica o esporte desde os nove anos e iniciou em Londrina (PR), atualmente joga pela Abel há pelo menos três anos.
Para a treinadora das meninas e da categoria infantil, Karina Patrícia de Souza, é gratificante ver que o projeto tem dado certo. “Ver a evolução das meninas nos campeonatos estaduais e regionais, e agora se destacando duas, para nós é de muita valia, porque nós temos muitas meninas esperando uma oportunidade como essa”, destaca.
Mesmo novas, as jogadoras se destacam – na visão da técnica – pelo biótipo. “Elas estão em uma idade até inferior do que é [a seleção]. Hoje em dia, a gente tem o voleibol internacional, que é o que a gente tenta trabalhar no estado e no Brasil, com meninas longilíneas, uma questão de estatura e magreza”, explica Karina.



