O suspeito de ser o mandante do homicídio de Willian Pacheco (27), ocorrido no dia 16 de janeiro de 2016, foi detido na tarde de quarta-feira (27), no Centro de Navegantes. Thomaz Schlindwein (24) foi reconhecido por policiais militares, após a comunicação entre as polícias da região.
De acordo com o delegado Alex Bonfim Reis, responsável pela Divisão de Investigações Criminais (DIC), após a conclusão do inquérito policial que apontava Sayron Cortez Pereira Alves (20) como o executor do crime, que foi preso no último dia 8 de abril, e Thomaz Schlindwein como mandante, a polícia recebeu a informação de que ele teria fugido para Navegantes. “Inclusive, ele havia constituído advogado, para defende-lo, de Navegantes. E todas as informações levavam a crer que ele estava mesmo lá”, afirma.
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Com o contato entre a Polícia Militar de Brusque e Navegantes, as características dele foram repassadas aos militares. “Na tarde de ontem, alguns policiais avistaram ele e o reconheceram como foragido”. Além do mandado de prisão preventiva pelo crime de homicídio qualificado, a PM também encontrou em posse do suspeito certa quantia de entorpecentes.
Na residência de Schlindwein, os policiais militares encontraram mais drogas e materiais que serviam para a venda dos entorpecentes, além de R$ 12 mil em espécie. “Além da prisão dele pelo mandado de busca, expedido pelo Poder Judiciário de Brusque, ele também foi autuado por tráfico e deve responder pelos dois crimes”, pontua.
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O CRIME
No momento da prisão de Sayron Cortez, que teria executado a vítima na Rua Jose Walendowsky, Bairro Limeira, o delegado afirmou que ambos fazem parte da facção criminosa intitulada Primeiro Grupo Catarinense (PGC).
A motivação do crime teria sido ocasionada por uma desavença entre Schlindwein e Willian Pacheco. “A vítima e o mandante teriam se desentendido de longa data, inclusive com brigas e vias de fato. Não bastassem as agressões físicas, a vítima teria se relacionado com uma ex-companheira do mandante”, explica Reis.




