Acontece na próxima sexta-feira (15), em Guabiruba, o Seminário de Turismo como Desenvolvimento Local. O evento foi defendido pelos vereadores durante a sessão da Câmara Municipal, na noite desta terça-feira (12).
De acordo com o vereador Waldemiro Dalbosco (PP), o acontecimento é uma semente plantada para o turismo e a atividade econômica da cidade. “Há muito tempo eu defendo que nós temos que diversificar a nossa atividade econômica, nós não podemos ficar dependentes de uma ou duas atividades”, completa.
Apesar disso, ele também pontuou durante o pronunciamento que é necessário apoio do poder público e mudança na cultura dos empreendedores, do próprio consumidor e dos trabalhadores. “Nós sabemos que essas atividades elas costumam prosperar em dias e horários em que nós não estamos acostumados”, afirma ele sobre o horário de funcionamento que o turista escolhe para o passeio nas cidades. “O padrão de trabalho não é somente de segunda a sexta-feira”, complementa Dalbosco.
O vereador Jaime Luiz Nuss (PMDB) afirmou que todas as gestões da Prefeitura de Guabiruba trabalharam para fortificar o turismo na cidade. “Nós temos um grande potencial. O município de Guabiruba é muito procurado por diferentes lugares. Nós temos o morro do Santo Antônio, morro de São José, nós temos vários locais encantadores no município e eles têm que ser explorados”, conta.
Por outro lado, Dalbosco alfinetou dizendo que é diferente ter intenção e ter atitude. “Eu vejo que hoje tem atitude, está se iniciando, trabalhando e fortalecendo isso. É preciso que o poder público continue apostando nessa iniciativa para que realmente saia do papel aquilo que muitos imaginaram”, conclui.
Também ainda durante a sessão, Nuss relatou os problemas enfrentados pela economia brasileira, com culminância no fechamento de algumas empresas do país. “Nós temos vários estados sofrendo muito mais que Santa Catarina e várias cidades brasileiras sofrendo muito mais que as daqui do nosso estado. O que eu tentei chamar a atenção é do nosso empresariado, porque nós precisamos manter as pessoas empregadas”, explica.



