Avanços da medicina favorecem diabéticos
A criação da data foi proposta e criada em 14 de novembro de 1991 pela International Diabetes Federation (IDF), em homenagem ao nascimento do cientista canadense Frederick Banting que, em parceria com Charles Best, foi o responsável pela descoberta da insulina, em 1921. Dois anos mais tarde, Banting ganhou o Prêmio Nobel de Medicina por esta descoberta e pela aplicação da insulina no tratamento das pessoas com diabetes.
Em 2007, o tema definido pela IDF em parceria com a Organização Mundial da Saúde, e adotado em mais de 130 entidades pelo mundo, foi ‘Diabetes em Crianças e Adolescentes’.
Em Brusque, de acordo com informações repassadas por Kelly Oenning, da Coordenação de Atenção Básica, existem 1.367 pessoas maiores de 15 anos que são atendidas pelo programa Hiperdia, além de quatro pessoas menores de 14 anos. Estes dados foram retirados do Sistema de Informação da Atenção Básica, que são atualizados pelas agentes comunitárias de Saúde.
As unidades de Saúde realizam o cadastramento de hipertensos e diabéticos no Programa Hiperdia, onde a equipe de saúde da família realiza, além do cadastramento, a avaliação nutricional e a Educação em Saúde, assim como fazem um acompanhamento periódico.
Vários temas visando orientação e a melhoria da qualidade de vida da população são abordados. A endocrinologista Andressa Borschein destaca que a dieta e a atividade física são os melhores tratamentos para os diabéticos. Segundo ela, antigamente era muito difícil para as pessoas portadoras da doença conseguirem ter um controle maior, especialmente do diabetes tipo 1. A estimativa de vida era muito baixo.
A diabetes tipo 1 tinha como média de vida cerca de 20 anos de idade. Hoje, existem várias opções. O avanço da medicina chegou às farmácias e também os supermercados comercializam alimentos direcionados aos diabéticos. Andressa enfatiza que hoje, a medicina atende plenamente as necessidades dos diabéticos.



