Depois de passar pelo julgamento do caso envolvendo a partida contra o Figueirense, na abertura do returno, o Brusque Futebol Clube volta ao Tribunal de Justiça Desportiva, em Balneário Camboriú para novos julgamentos. Desta vez, a pauta envolve o clube em três situações diferentes.
As duas primeiras pautas envolvem o jogo entre Brusque e Metropolitano. O volante Carlos Alberto será julgado pela expulsão na partida. Ele foi denunciado no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que cita jogada violenta, prevendo pena de uma a seis partidas de suspensão. No mesmo jogo, o Brusque também será julgado, porém, por problemas fora do campo.
O relatório da Polícia Militar no jogo aponta que “NO RELATÓRIO DE SERVIÇO DO OFICIAL COMANDANTE DO POLICIAMENTO, FOI REGISTRADO QUE A TORCIDA DO BRUSQUE, APÓS A PARTIDA ARRANCOU PARTE DO ALAMBRADO. INFORMO QUE NENHUM MEMBRO DA EQUIPE DE ARBITRAGEM, PRESENCIOU O OCORRIDO".
A denúncia do TJD neste caso foi no artigo 213, inciso I do CBJD, no qual o clube foi julgado na última semana, contra o Figueirense. A pena é uma multa de R$ 100 a 100 mil. Como o clube já foi multado por conta dos episódios contra o Figueirense, caso a denúncia seja aceita, a multa pode ser maior do que os R$ 5 mil do último caso.
Já o zagueiro Cleyton será julgado pela expulsão contra o Camboriú, na 4ª rodada do returno, assim como o zagueiro do Camboriú, Vitor Hugo. Segundo a súmula, os dois deram cotoveladas um no outro, e foram denunciados no artigo 254-A do CBJD, que fala em prática de agressão física.
Na denúncia, o TJD pede a suspensão tanto de Cleyton como de Vitor Hugo por no mínimo quatro jogos, com máximo de 12. A defesa do Brusque trabalhará para desqualificar a denúncia, e liberar o jogador para a partida do domingo (3), contra o Avaí.




