TST julga legalidade da greve

Na semana passada, parte dos sindicatos dos Correios iniciou um movimento de paralisação parcial contra a Postal Saúde, que é uma caixa de assistência, patrocinada e mantida pela autarquia federal e não um plano de saúde. Os Correios ingressaram com ação cautelar preparatória junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), solicitando a suspensão da paralisação, além da garantia de efetivo mínimo em cada unidade.
A empresa agora aguarda a definição da data do julgamento do mérito da ação, pois o TST irá julgar a legalidade da paralisação parcial dos Correios. O relator do processo é o ministro Márcio Eurico Vitral Amaro. A adesão dos funcionários à paralisação em âmbito nacional tem sido extremamente tímida, tanto que dos 35 sindicatos da categoria existentes no país, 22 não participam.
A agência dos Correios informou, através de sua assessoria, que a maioria das agências no país está funcionando normalmente. Em Santa Catarina, 4,15% do efetivo de empregados paralisaram suas atividades, mas todas as agências estão abertas e todos os serviços, inclusive o Sedex, estão disponíveis, com exceção dos serviços de entrega com hora marcada em algumas localidades.
Segundo a assessoria, os Correios implantaram um plano de contingência para garantir a entrega de cartas e encomendas, mas, devido à paralisação parcial, pode haver atraso em alguns serviços. Em Brusque, o atendimento à população é normal.


