Vereadores criticam Comusa e sugerem alterar sua prerrogativa

Sobrou para o Conselho Municipal de Saúde de Brusque (Comusa) na sessão desta terça-feira (24) da Câmara de Vereadores. O presidente da casa, Alessandro Simas (DEM), levantou sobre a situação do contrato de serviços entre a Prefeitura e o hospital de Dom Joaquim, que tem encontrado dificuldades para passar pelo crivo do órgão.
"O Comusa tem que fiscalizar, mas não pode dizer e decidir onde a Prefeitura deve aplicar o recurso", frisou.
Apesar de não ter mencionado o nome, a critica foi ao presidente do órgão, Júlio Gevaerd, que tem sido o mais resistente no aval por conta de pontos que considera não estar dentro da legalidade.
Simas levantou na tribuna tema debatido na Rádio Cidade está manhã, no programa Rádio Revista Cidade. Na ocasião, ele foi questionado sobre se a Câmara não deveria atuar mais de perto em relação ao assunto.
A fala dele foi corroborada por Jean Pirola (Progressista). Que foi além e questionou a forma como os membros do órgão são alçados à função de conselheiro.
"Temos que fazer algo e passar isso de deliberativo para consultivo", disse.
Na semana passada, o Comusa adiou mais uma vez a análise da proposta que formaliza o repasse de valores da Prefeitura para o hospital. Nesse montante consta o para que a unidade atenda 24 horas por dia, sete dias por semana.


