Vereadores rebatem acusação de que emperram reajuste dos professores

A Câmara Municipal de Brusque teve sessão ordinária nesta terça-feira (3). E foi bastante rápida, durando menos de uma hora. Isso se deu por conta da pauta, que estava bem enxuta, devido à análise das contas da prefeitura de 2016, aprovada em segunda votação por unanimidade.
O vereador Marcos Deichmann (Patriotas) foi o único a usar a tribuna. Ele disse que tomou conhecimento sobre uma informação que estaria sendo disseminada, de que os professores ainda não receberam o percentual referente ao reajuste do piso nacional porque os vereadores estariam barrando.
“O projeto não veio à Câmara ainda. Conforme o líder do governo colocou, vai demorar um pouquinho, porque depende de negociações, ver o impacto orçamentário. Isso que estamos aguardando”, desabafou.
Alessandro Simas (PSD), líder do governo, explicou como se dará a tramitação desse projeto e de que forma o Executivo vai tratar da questão. O percentual do piso nacional do magistério está sendo tratado junto com outros valores de reajustes salariais junto com o Sindicato dos Servidores Públicos (Sinseb).
“Isso vem acontecendo. Já foram várias reuniões que já ocorreram. (...) Esses reajustes que vão ser dado, além d magistério, será nessa legislação que descerá para a Câmara. Que é a regulamentação da data base, com a aplicação de todas aquelas cláusulas previstas no pleito feito pelo sindicato. Não é só o piso do magistério, não é só o aumento do servidor público, não são as questões técnicas de ATS. É reenquadramento de agentes comunitários de saúde, monitores”, frisou ele.


