A droga, seja ela lícita ou ilícita, e crimes cibernéticos foram temas de palestra na manhã desta quinta-feira (11), na Câmara de Vereadores de Brusque. O plenário ficou repleto de convidados, além de autoridades.
O primeiro palestrante da manhã foi o delegado Dr. Ildo Raimundo da Rosa, presidente do Conselho Estadual de Entorpecentes de Santa Catarina (Conen). Ele falou sobre a história das drogas, inclusive do próprio álcool, com ênfase em Santa Catarina.
Segundo ele, ainda há diferença do tratamento das drogas e a exemplos disso são o álcool e cigarro. Dados apresentados pelo delegado mostram que são perdidos pelo menos R$ 100 bilhões por ano por sonegação de impostos feita pela venda de cigarros no Brasil, visto que a maior parte da compra feita dentro do país é do Paraguai.
Com o tema “Drogas, um mal social”, ele ainda relatou que em Santa Catarina, que a tradição é do uso de drogas sintéticas. Ainda em seu painel, o palestrante afirmou que a descriminalização das drogas já aconteceu no Brasil, segundo a Lei 11.343/06.
CRIMES CIBERNÉTICOS
O segundo painelista da manhã foi Rogério Meirelles, que falou sobre a utilização massiva de celular, smartphone e laptop por crianças e adolescentes que facilitam a prática de delitos cibernéticos e o acesso às drogas.
Ele, que é agente especial aposentado da Polícia Federal, alertou aos presentes sobre a falsa impressão de privacidade dentro das mídias sociais, pois cada termo de uso de sites como Facebook, Twitter, entre outros, disponibiliza de regras que, muitas vezes, o usuário não ficar atento.
Na visão dele, os pais devem ficar alertas com o que o filho faz na internet. Além disso, também tomar cuidado com aquilo que é postado nas mídias.
O evento foi promovido pelo Grupo de Proteção à Infância e Adolescência (Grupia) de Brusque.



