Desde o último domingo (18) na cidade, a treinadora da seleção brasileira de ginástica rítmica, Camila Ferezin, gostou do que viu em Brusque com relação às atletas que treinam no município. Ex-atleta da própria seleção, Camila classificou as jogadorasa da Associação Brusquense de Ginástica Rítmica como talentosas.
Algumas delas foram selecionadas através de questões como biotipo e técnica. O esporte é conhecido pela beleza, plástica, mas envolve muito treinamento e repetição, e, segundo a treinadora, núcleos como o que existiu em Brusque há algum tempo, e trabalhos como o desenvolvido na cidade são necessários para detectar talentos para o futuro da modalidade.
A atleta de ginástica rítmica chega ao auge da carreira aos 14, 15 anos de idade. A partir dessa faixa etária, elas são observadas com mais atenção visando a convocação para seleção brasileira, que tem sua estrutura toda montada em Aracaju (SE). Lá, elas têm toda a atenção necessária para render o máximo.
Expectativa pelas Olimpíadas
Recentemente, a seleção brasileira de ginástica rítmica ficou com a 16ª colocação no Mundial de Stuttgart, na Alemanha. Treinadora desde 2011, Camila Ferezin vive a expectativa de voltar a uma Olimpíada, da qual participou como atleta em 2000. A preparação das atletas é intensa, com a concentração em Aracaju, e treinos em seis dos sete dias da semana, tudo para conseguir um bom resultado no Rio de Janeiro (RJ).
Camila se despede de Brusque nesta quinta-feira (21), com a intenção de acompanhar ao longo dos anos o desenvolvimento das atletas não só da cidade, mas de todo o Estado, que assim como o Paraná, sempre teve bons nomes na ginástica.
Acompanhe a entrevista com a treinadora no áudio no topo da página



