Sessão de muitos discursos
A Câmara Municipal de Brusque se reuniu novamente nesta terça-feira (6). No encontro, o vereador Valmir Ludvig (PT) apresentou uma série de obras realizadas e a serem iniciadas pela prefeitura. Destacou o asfaltamento da rua São Pedro e a construção do Centro de Referência em Saúde, na antiga Rua 24 Horas.
Além desses, Ludvig falou a respeito de uma apresentação musical feita por estudantes de cinco escolas e realizada na praça Barão de Schneéburg na noite de segunda-feira (5).
Já o vereador Eduardo Hoffmann (PDT) falou sobre a falta de conscientização e respeito de algumas pessoas que têm com a vida em sociedade. Ele citou o caso de veículos estacionados na avenida Cônsul Carlos Renaux durante o desfile de Natal.
O vereador Jonas Oscar Paegle (PSD) falou sobre uma decisão da agência nacional de vigilância sanitária (Anvisa), de recolher das farmácias e estabelecimentos que comercializam medicamentos todos os de uso anorexígeno. A ação teve inicio nesta terça-feira, lembrou o vereador.
Roberto Pedro Prudêncio Neto (PSD) lembrou da visita feita por uma comitiva brusquense ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), realizada também nesta terça-feira, e que solicita a elevação da comarca de Brusque para entrância especial no Judiciário. Para ele, o rodízio de juízes devido à atual situação da Comarca, de entrância final, atrapalha o andamento dos processos no Judiciário.
O vereador Alessandro Simas (PR) também falou sobre o assunto e disse que outras cidades com características semelhantes a Brusque já conseguiram a alteração de entrância do Judiciário. Ademir Braz de Sousa (PMDB) foi outro que abordou o assunto.
Já o tema levantado por Dejair Machado (PSD) foi a queda de mais um ministro do governo Federal. Ele disse que dois deles, dos sete que caíram no governo Dilma até agora por conta de denúncias e suspeitas de envolvimento com corrupção, tinham ligação direta com Brusque: Orlando Silva, dos Esportes, e Carlos Lupi, do Trabalho.
Eduardo Hoffmann (PDT), partido do ex-ministro Carlos Lupi, defendeu a ADRVale na questão que envolve o ministério do Trabalho. E disse que se vive um momento de denúncias sem qualquer preocupação com as conseqüências das mesmas.
O líder do governo, Valmir Ludvig, rebateu as observações feitas por Dejair Machado de que Brusque também foi contaminada pelas denúncias de corrupção na esfera Federal. Ludvig provocou, dizendo que quando o assunto é lá longe é fácil de a oposição abordar, mas quando se refere ao local, o grupo evita. Mencionou a creche do Paquetá e os terminais urbanos não construídos pela administração passada.
Roberto Pedro Prudêncio Neto, que era do PDT, também falou sobre a queda dos ministros.
Já o presidente da Câmara, Celso Emydio da Silva (PSD), fez a leitura do que foi o ano de 2011 para o Legislativo em termos de trabalho.


