Apesar das dificuldades, os trabalhadores têxteis de Brusque e região conseguiram na negociação manter todas as cláusulas da convenção coletiva de trabalho. Mas algumas empresas, dentro de um pequeno grupo entre mais de 300, começaram a atrasar salários e não recolher FGTS. Este foi um dos maiores problemas enfrentados ao longo do período de 2015.
A afirmação é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Têxteis, Tinturarias, Malharia e Assemelhados de Brusque (Sintrafite), Anibal Boettger. “São casos pontuais. Mas o sindicato começou a buscar junto a elas os pagamento desses valores aos trabalhadores”, relembra Anibal, frisando que algumas destas empresas encerraram as atividades.
Para ele, o mercado continua aquecido e as perspectivas para 2016 são boas, mesmo a classe empresarial dizendo o contrário. Muitas destas empresas estão investindo e a tendência é de crescimento, o que deve refletir no sindicato. Sobre os problemas de 2015, ele citou casos de empresas que fecharam as portas e ofereceram pagar as verbas rescisórias em vários anos. “É uma falta de respeito a esse trabalhador e sua família. Temos que dar um basta nisso”, pontua ele.
Sobre 2016, Boettger destaca que uma das grandes expectativas é a inauguração da subsede no município de Nova Trento. Assim como já ocorre com as cidades de Botuverá e Guabiruba, os neotrentinos também terão boa parte dos serviços oferecidos na sede em Brusque em sua cidade. “No próximo dia 13 de março estaremos entregando essa subsede, ampla e moderna, para facilitar as vidas de associados e dependentes que não precisam vir a Brusque para ter seu atendimento odontológico e médico”, pontua ele.
Nessa mesma linha, há intenção para ampliar a subsede de Guabiruba. Este, ainda está na fase de projeto.



