Mario Marcondes, o deputado estadual e 2º vice-presidente da Alesc, informou nesta semana que irá acionar os órgãos reguladores para apurar possíveis irregularidades no processo da compra do imóvel no valor de R$ 83 milhões, localizado na Avenida Mauro Ramos, centro de Florianópolis, e que será a futura sede administrativa da Assembleia Legislativa de Santa Catarina.
A contestação do deputado é de que os critérios definidos para a aquisição do novo imóvel direcionaram a compra para o edifício na avenida Mauro Ramos. Ainda de acordo com o deputado a negociação do imóvel foi feita na contramão, e que ele deverá entrar com uma ação popular, com pedido de antecipação de tutela no sentido de trancar os pagamentos. A Alesc alega que a compra do imóvel tem por objetivo economizar com os gastos de aluguéis.
O prédio administrativo abrigará aproximadamente 370 funcionários da Alesc, hoje divididos em três prédios e em uma casa alugados. Vale salientar que os trabalhos parlamentares vão continuar no Palácio Barriga Verde, que pertence ao Legislativo. Após o remanejamento, a Alesc poderá abrir mão dos imóveis alugados, além de dois estacionamentos mantidos por aluguel. A projeção de economia, principal argumento da casa para a compra de um imóvel próprio, é de aproximadamente R$ 2 milhões anuais.



