Se não houver acordo o contrato será rompido
Na manhã de quarta-feira (9), foi realizada mais uma reunião do conselho do Hospital de Azambuja. A pauta desse encontro foi a posição da unidade hospitalar diante da prefeitura, em relação à solicitação do aumento em R$ 100 mil do repasse mensal, que atualmente é de R$ 254 mil. A diretoria do hospital decidiu que irá negociar diretamente com o prefeito Paulo Eccel e que, caso não haja acordo, o hospital romperá o contrato.
Em entrevista ao Jornal da Cidade de quinta-feira (3), a secretaria de Saúde, Cida Belli, afirmou que o aumento seria inviável, pois o município não tem como arcar com esse valor. A revisão de valores foi solicitada pelo fato de que na época em que foi assinado o contrato em vigor, o hospital atendia em média 3 mil pacientes/mês no pronto socorro. Porém, esse volume aumentou para 4 mil pacientes/mês nos últimos meses .
Para justificar a solicitação, o diretor técnico do hospital, Antonio Pucci, comparou os números de Brusque com os atendimentos mensais realizados em um hospital de Balneário Camboriú. A prefeitura daquele município repassa, mensalmente, R$ 1,2 milhão ao hospital, que ainda fatura através do Sistema Único de Saúde (SUS), totalizando uma renda mensal de aproximadamente R$ 1,8 milhão.



