Esta semana, o secretário de Governo e Gestão Estratégica da Prefeitura de Brusque, Leônidas Pereira, esteve na Rádio Cidade falando novamente sobre a negociação de terrenos envolvendo o Samae e a própria Prefeitura.
A volta do secretário sobre o mesmo assunto se deu porque o ex-secretário de Governo e Gestão Estratégica da Prefeitura de Brusque no governo do prefeito afastado Paulo Eccel, José Gustavo Halfpap, disse, também em entrevista à Rádio Cidade, que a venda de terrenos para suprir uma dívida, na ordem de mais de R$ 4 milhões de faturas de água que não foram pagas pela prefeitura de Brusque, é desnecessária.
Leônidas voltou a falar que este débito deve ser cobrado sob pena de responsabilidade do diretor-presidente do Samae e do prefeito do município. Ele justificou a compra do terreno, pois existe um interesse por parte do Samae na aquisição dos imóveis para investimentos de melhorias no processo de abastecimento de água na cidade.
Segundo Leônidas, a Agência Intermunicipal de Regulação (Agir) deu um prazo de seis meses para que a autarquia invista esses valores, em torno de R$ 5 milhões, que estão parados na conta da autarquia.
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