Material fornecido pelo SUS continua causando divergências
No dia 4 de setembro deste ano, Lauri Padilha dos Santos (33) sofreu um acidente de trânsito no bairro 1º de Maio. Ele colidiu contra um poste de energia elétrica, próximo à Sociedade Beneficeinte, e fraturoua perna direita. Após ser socorrido pelos Bombeiros, foi encaminho ao Hospital de Azambuja.
Após a consulta, o médico constatou que seria necessário colocar uma platina. Mas, segundo Itália Maria Rosa (45), esposa de Lauri, o médico informou que para resolver o problema, a placa disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) não é suficiente e eles teriam que conseguir uma placa que custa R$ 5 mil.
Então, a Itália procurou a prefeitura e solicitou a placa. Lá, ela foi atendida pela secretária de Saúde, Cida Belli, que na oportunidade prometeu tomar as providências cabíveis, mesmo abendo que a responsabilidade é do hospital, já que o paciente deu entrada na emergência daquela unidade de saúde.
De acordo com Cida, a secretaria já tomou as providências e até sexta-feira (21) fica no aguardo do hospital. "Dentro da secretaria, não temos nenhum serviço de urgência e emergência, porque esse serviço é firmado através de contrato com o Hospital de Azambuja. Então, nós encaminhamos o paciente ao hospital novamente para que seja tomada providência. Temos um contrato e queremos que o hospital é que tome as devidas providências", destacou.
De acordo com Itália, o prazo dado pelo médico para executar a cirurgia é de 15 dias. Caso contrário, a perna de Lauri será amputada. O Hospital de Azambuja não quis conceder entrevista. O diretor clínico do Hospital informou apenas que o material oferecido pelo SUS é de qualidade inferior em relação ao que o médico está solicitando.



