Divisão específica para furtos e roubos será uma das metas

O delegado regional de Polícia Civil de Brusque, Fernando de Faveri, afirma que os números de 2019 são bastante favoráveis em relação ao combate da criminalidade. Apesar de o índice de homicídios ter sofrido aumento com o caso registrado na semana passada no Bairro Dom Joaquim, a cidade ainda ostenta elementos que a colocam com uma das mais seguras do país nesse aspecto.
“Furtos, roubos e latrocínios (roubos seguidos de morte) são todos números muito favoráveis. Na Polícia Civil, todos esses dados reduziram e na Polícia Militar também, com algumas poucas divergências”, pontua ele. Essas divergências às quais menciona dizem respeito a casos em que o cidadão registra em uma das polícias, mas não aciona a outra.
Apesar do crime registrado na última semana, 2019 ainda tem menos mortes dessa natureza que os dois anos anteriores. 2017, quanfo roi registrado o maior número, teve seis, contra cinco neste.
A quantidade de roubos diminuiu significativamente de 2018 para 2019. Enquanto que no primeiro ano houve o registro de 96 casos, ao longo de 2019, a Polícia Civil contabilizou 56.
Outro número que chama atenção e já divulgado pela polícia é quanto à resolução de homicídios. Dos cinco que foram registrados em Brusque este ano, apenas um deles ainda não tem a autoria apontada. Um destes aconteceu dentro da Unidade Prisional Avançada (UPA).
De Faveri lembra, ainda, que os autores de roubos praticados na cidade nesse período estão todos identificados. O retrospecto positivo desses números está ligado ao fato de a investigação ter conseguido uma unidade exclusiva para essa finalidade.
“Houve uma grande velocidade nesses inquéritos a partir do momento em que foi designado uma unidade especifica que é a Divisão de Investigação Criminal (DIC). A especialização é muito importante nesse tipo de rotina policial”, frisa ele.
Por conta disso, a intenção é, em 2020, lutar pela instalação de uma unidade especifica para investigar furtos e roubos.



