Cidade emite Decreto para frear escolha de vacinas por moradores

A Prefeitura de Criciúma, no Sul do estado de Santa Catarina, decidiu endurecer a ação contra pessoas que querem escolher qual vacina contra Covid-19 tomar. O prefeito Clésio Salvaro (PSDB) emitiu um Decreto que define o que acontece nestas situações.
Conforme o documento, as pessoas que não aceitarem a vacina disponível na sua fase de imunização terão de assinar um termo e serão colocadas em fila de espera. Assim, somente serão vacinadas após toda as demais receberem as doses. Caso haja recusa em assinar o termo, o documento terá validade com assinaturas de dois servidores.
“Vacina boa é aquela aplicada no braço”, disse o prefeito em um vídeo divulgado ontem, quinta-feira (1).
Criciúma repete ação de outras cidades pelo país em que se verificou que as pessoas querem escolher qual vacina tomar. O que vai de encontro ao que buscam as autoridades de saúde, que é de ter o máximo da população imunizada e frear, assim, o avanço da doença.
Outras cidades do estado, como Balneário Camboriú, já estão buscando medidas legais para barrar a ação de quem quer escolher o tipo de vacina. Em Brusque, conforme divulgado em entrevista à Rádio Cidade pelo secretário de Saúde, Osvaldo Quirino de Souza, também tem sido registrados casos de pessoas que agem dessa maneira.

