Durante a noite desta sexta-feira (20), a Arena Brusque foi palco de uma das cerimônias mais importantes do calendário esportivo catarinense. O acendimento do Fogo Simbólico dos Jogos Abertos de Santa Catarina mais uma vez foi um evento cercado de emoção e também significado.
O superintendente da Fundação Municipal de Esportes, Delmar Tôndolo, falou sobre a importância do Fogo Simbólico para a sequência dos Jogos Abertos de Santa Catarina. A cerimônia foi criada por Rubens Fachinni na edição de 1986 dos JASC, que aconteceu em Joinville.
Já o presidente da Fesporte, Osvaldo Juncklaus, falou sobre a cerimônia do Fogo Simbólico como o primeiro passo efetivo dos Jogos Abertos de Santa Catarina. Em 20 dias, Joaçaba, Herval D’Oeste e Luzerna receberão milhares de atletas para as modalidades em disputa na cidade.
Juncklaus também falou da manutenção dos JASC, apesar dos problemas envolvendo os recursos, que quase trouxeram a competição para Itajaí. Ele afirmou que não queria repetir o acontecido em 2008, quando a edição daquele ano foi cancelada, mas na oportunidade, por razões climáticas.
A Comissão Central Organizadora, representada pelo vice-prefeito de Joaçaba, Marcos Weiss, recebeu a chama dos JASC, junto da bandeira do esporte catarinense e também da bandeira dos Jogos Abertos, e devolverá a Brusque após o encerramento da 55ª edição dos JASC.




