Hospital de Azambuja: prefeituras da região sinalizam com apoio

O Hospital de Azambuja completou na terça-feira (29) mais um aniversário. Agora, são 119 anos de história, atendendo a comunidade brusquense e região.
O administrador Gilberto Bastiani e o gerente de Recursos Humanos, Marcílio César Ghislandi, participaram do Rádio Revista Cidade na manhã de quarta-feira (30) para atualizar a situação dos atendimentos e questões financeiras.
Em relação ao Coronavírus, o hospital teve por muitas vezes teve sua capacidade máxima atingida. De acordo com Bastiani, essa situação tem estabilizado nas últimas semanas.
“Temos umas três semanas com estabilidade dos 25 leitos. Destes, 19 estão ocupados, mas com também pessoas de fora de Brusque, porque esses leitos são regulados pelo estado”, explicou.
Sobre o repasse dos valores específicos para atendimento Covid-19, Gilberto diz que também tem se mantido constante. “Fecha o mês o governo federal consegue mandar o dinheiro, tivemos umas dificuldades no início do ano, mas, a partir de março, se acertou as datas e todos os dias 10 estão recebendo os valores dos leitos de UTI”, relatou.
O hospital, recentemente, também renovou contrato com a Prefeitura de Brusque. “Tínhamos alguns pontos que eram importantes para atualizar no contrato. Um deles o repasse médico, que estava bem defasado. Estávamos com um pouco de dificuldades de encontrar médicos por causa dessa situação. Uma outra questão que tínhamos era referente as cirurgias eletivas”.
De acordo com o administrador, o que se avançou ou pelo menos existe uma boa sinalização é o repasse das demais prefeituras que são atendidas pela entidade hospitalar.
“Em relação as cidades de Guabiruba, Botuverá, recebemos a informação que as secretarias se reuniram para definir como poderiam contribuir com o hospital de forma legal, seja através de insumos, estamos aguardando o desenrolar dessa conversa, mas acredito que agora essas duas cidades também devem colaborar com o hospital”.
A intenção é evoluir e manter o atendimento de qualidade a população e para isso há uma constante na busca de recursos financeiros para melhoria estrutural. Marcilio afirmou que a diretoria tem se empenhado na tentativa de conseguir dinheiro para a realização dos projetos.
“Quando vamos a Brasília levamos projetos, chegamos pela parte da manhã vamos passando de gabinete em gabinete. Um dos projetos apresentados foi de uma torre de cinco andares. Fomos buscar esses valores para levantar a estrutura. Fomos bem recebidos, não podemos ficar atrás de uma mesa esperando alguém perguntar se queremos dinheiro, nós precisamos ir atrás desse recurso”, concluiu ele.



