Pizza é distribuída em sessão do Legislativo brusquense
O plenário da Câmara de Vereadores de Brusque esteve completamente lotado na noite de ontem (7). Mas além dos cartazes, nariz de palhaço e vaias, tão comuns entre os manifestantes durante os últimos encontros, um novo ingrediente foi utilizado para o protesto: pizza. A mensagem tinha dois alvos diretos.
O primeiro deles é justamente a própria Câmara, enquanto instituição, por, segundo os manifestantes, manter silêncio em relação ao caso que supostamente envolve os vereadores Ademir Braz de Sousa (PMDB) e Roberto Pedro Prudêncio Neto (PDT) com a investigação da Polícia Federal sobre os caça-níqueis. O segundo alvo é o corregedor-geral do Legislativo, Jonas Oscar Paegle (DEM).
Cabe a ele, Jonas, solicitar o relatório aos federais e abrir um possível processo por quebra de decoro parlamentar contra os dois vereadores. Jonas já afirmou que esta é uma posição que tanto ele quanto o Legislativo não vão tomar. Há informações de que pessoas externas ao legislativo, contrárias à medida, estariam ameaçando Jonas e a família caso o caso seja aberto.
As pizzas foram distribuídas na plateia. Uma delas foi deixada em cima da divisória que separa o público dos vereadores.



