Idosos correm mais risco de AVC
Problema popularmente conhecido como derrame cerebral, acomete 250 mil brasileiros a cada ano. A fibrilação atrial, tipo comum de arritmia cardíaca que afeta principalmente pessoas com idade avançada, aumenta o risco de derrame. Em 1º de outubro é celebrado o Dia Nacional do Idoso.
Com o avanço do envelhecimento populacional, fenômeno que também ocorre no Brasil (hoje o País tem 14,5 milhões de idosos), as doenças típicas da maturidade também ganham proporções maiores. De acordo com o ministério da Saúde, o AVC é a doença cardiovascular que mais mata os adultos brasileiros. Dados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) apontam que a cada ano surgem 250 mil novos casos de AVC no País, sendo que 40% das aposentadorias precoces decorrem dos derrames e infartos.
Entre as principais causas de AVC está a fibrilação atrial, um tipo de arritmia cardíaca comum, que afeta principalmente as pessoas com idade avançada. O acidente vascular tende a ser mais grave do que o AVC causado por aterosclerose (placas de gordura que obstruem as artérias no cérebro).
Cerca de 60% dos pacientes acima dos 75 anos com fibrilação atrial são mulheres. É uma doença que está relacionada a fatores como hipertensão arterial, diabetes e doenças cardiovasculares pré-existentes. No entanto, os especialistas afirmam que é possível prevenir o AVC em boa parte dos pacientes com fibrilação atrial com o uso de anticoagulantes, uma oportunidade de ampliar a prevenção do AVC entre os pacientes com fibrilação atrial.
Atenção: a prevenção do AVC com o uso de anticoagulantes precisa sempre ser avaliada por um médico.


