Em um discurso inflamado, como espécie de resposta, principalmente à imprensa, ao Judiciário e ao Ministério Público, o presidente da Câmara de Vereadores de Brusque, Jean Pirola (PP), falou na sessão desta terça-feira (28) sobre a visita do Gaeco na semana passada ao Legislativo brusquense. Com cuidado para não dar detalhes acerca do que foi buscado pela comitiva na ocasião.
Pirola disse que a ação não tem relação alguma com qualquer vereador ou funcionário da casa, mas a forma como o assunto foi levantado ‘jogou todos na mesma vala’. O caso está em segredo de justiça e isso impede que os tais detalhes sejam dados a público, frisou. “Espero que quando o caso sair do segredo de justiça se dê o mesmo espaço que deram quando ocorreu a situação. Eu mesmo vou cobrar da imprensa isso”, frisou.
Jean Pirola falou que a ação tratou de mera busca por informações acerca do caso cuja investigação está em curso. Citou por várias vezes que quando o caso vier a público a população terá de analisar a moralidade e a legalidade, dando entender se tratar da operação do MP. “Eu mesmo irei nessa tribuna dar todos os detalhes”, frisou. Marcos Deichmann (Patriotas) e Claudemir Duarte (PT) também se posicionaram na mesma linha. Para eles, o sigilo a que o caso está submetido faz com que se crise na cabeça da população desconfianças, principalmente sobre suspeitas de corrupção.




