Azambuja fez mais de 200 mil atendimentos este ano

Um total de 205 mil atendimentos foi realizado pelo hospital de Azambuja até o final de novembro deste ano em diversos serviços prestados na unidade. É o que aponta levantamento feito pela direção a unidade e apresentada durante entrevista ao programa Rádio Revista Cidade, da Rádio Cidade, desta quarta-feira (14).
O administrador do hospital, Gilberto Bastiani, apresentou um balanço dos trabalho, ao lado do diretor técnico, Eugênio José de Paiva Maciel. Entre estes números, destaque para a realização de cirurgias, que totalizaram 10.198 mil, crescimento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram cerca de 800 procedimentos desta natureza por mês. O dado contempla, ainda, as mais de 150 cirurgias eletivas realizadas a partir de junho, através de convênio com o governo do estado.
Conforme os números apresentados por Bastiani e Maciel, 4.563 ambulâncias chegaram ao hospital durante o período, uma média de 450 todo mês.
Foram, também, realizados 161 atendimentos na UTI Neonatal e 234 no setor de hemodinâmica.
Obra de construção da torre
Um das obras mais aguardadas no hospital é a de uma nova torre que vai ampliar os serviços oferecidos. Por conta da burocracia e necessidade de autorizações, principalmente do governo estadual, os trabalhos estão paralisados. Mas devem ser retomados ainda este ano, assegurou Bastiani.
Com estrutura de seis pavimentos, totalizando área de sete mil metros quadrados, a torre deve ser finalizada até final do próximo ano. O espaço vaio abrigar 20 leitos de UTI adulta, UTI Neonatal com mais dez leitos, outros 30 para internação, bem como o aumento do espaço do centro cirúrgico. Haverá, ainda, dez salas maiores e modernas, com equipamentos novos.
“E uma estrutura que é necessidade do hospital, por conta do crescimento da população e da demanda de serviços do hospital”, pontuou Bastiani.
Credenciamento de alta complexidade
Em 2022, o hospital de Azambuja comemorou o início dos serviços com cirurgias bariátricas, algo que vinha sendo pleiteado junto ás esferas federal e estadual há alguns anos. Atualmente, são realizadas em torno de cinco cirurgias desta natureza por mês, mas a meta é de atingir dez até metade de 2023. Procedimento que tem provocado a realização de quase 40 consultas por mês. Há 300 pessoas na fila de espera.
Agora, o hospital foca em obter credenciamento para atender em outras especialidades, evitando que os pacientes precisem ser levados para outras cidades da região. Oncologia e ortopedia estão no planejamento e ambas podem ser liberadas já no início do novo ano.
“A nossa briga, hoje, é trazer esses procedimentos para hospital (SUS)”, reforça Gilberto Bastiani.



