A Câmara de Vereadores de Brusque aprovou na sessão desta terça-feira (17) o projeto de lei que autoriza a Prefeitura a participar do programa Residência Médica. Com ele, o município poderá desprender recursos financeiros para auxiliar nos custos de implantação do programa, realizado através de parceria com o hospital de Azambuja, a Unifebe e o Hospital Israelita Albert Einstein.
O vereador Deivis da Silva (PMDB), líder do governo, lembrou que o projeto enfrentou alguns percalços quando deu entrada no Legislativo. Costuras precisaram ser feitas e diálogos reforçados para aparar arestas e colocar em prática a ação. “Já tramitação das comissões surgiram algumas dúvidas.
Diante delas, convidamos os setores interessados para discutir, para todos opinarem e para que pudéssemos fazer uma formatação mais adequada”, pontuou. O programa Residência Médica vai possibilitar que profissionais recém formados em medicina cumpram em Brusque a etapa legalmente exigida para obter o diploma de especialização na área em que vai atuar.
A Unifebe ficará responsável pela parte de gestão educacional e conteúdo acadêmico. Já o hospital de Azambuja cederá a estrutura para a prática dos profissionais que, com isso, reforçarão o quadro clínico para atender a população. À Prefeitura caberá receber os profissionais para as atividades relacionadas aos programas de saúde da família.




