A coordenadora regional de Educação, Janete Kupper, foi entrevistada nesta sexta-feira (7), durante o programa Rádio Revista Cidade. Durante sua participação ela detalhou a atuação, demandas e adaptações feitas pelo setor durante o período de pandemia de coronavírus.
Ao todo, ela é responsável por uma área que compreende 21 mil estudantes na rede estadual. A estimativa da gestora é que 28 pessoas, entre alunos e professores de toda a regional afastados por apresentarem sintomas da doença.
Para saber a situação da comunidade escolar da área, o monitoramento é frequente. “Hoje, vemos que estamos aumentamos um pouquinho. Já estava um pouco mais tranquilo. Nessa semana parece que houve um aumento nos casos.”
Segundo ela, o clima representa certa insegurança aos profissionais da Educação pelo contexto vivido pela sociedade, mas também há esperança com o cadastro e possibilidade de vacinação. Segundo ela, além do receio dos profissionais de educação, o momento representa um desafio.
Como uma das principais dificuldades, sinaliza a necessidade de tentar manter os alunos motivados em um contexto com uma carga alta de atividades virtuais. A saída, de acordo com ela, foi a adoção de uma busca ativa para estimular a participação e reforçar o aprendizado.
“Percebemos que os alunos estão com uma dificuldade de aprendizagem muito grande, uma defasagem, devido ao ano passado não terem essas aulas, de ter sido só on-line. Não se conseguiu dar conta de todo aquele conteúdo, então a necessidade de estar buscando este aluno e recuperando tudo isso”, relata.
Ela também destacou a atuação para implantação da Escola Polo. Hoje, 3,8 a 4 mil alunos de toda a região estão integrados à iniciativa, com o foco no ensino on-line. A unidade, montada durante o período da pandemia e focada em estudantes com algum tipo de comorbidade é baseada na escola Yvonne Olinger Appel, no bairro Cedrinho.




