O morador do Bairro São Pedro, Oracides Oscar da Silva, fez uso da tribuna livre na Câmara Municipal de Guabiruba na sessão ordinária desta terça-feira (14). Em seu pronunciamento, ele teceu muitas criticas à atual administração, questionando as obras que não foram realizadas e também outras que foram mal executadas.
O cidadão fez acusações contra um funcionário da Prefeitura, que o teria maltratado quando foi reivindicar um ponto de ônibus. Foram vários motivos que me trouxeram aqui, trouxe alguns problemas que na minha concepção é fácil para resolver, só basta um pouco de vontade. Já o funcionário que diz ser fiscal, quando eu fui reivindicar um ponto de ônibus, ele me disse que eles não têm obrigação de fazer o que a administração passada fez, explicou Silva.
O vereador Luciano Schlindwein comentou sobre os questionamentos feitos pelo morador guabirubense.Para Luciano, as obras devem ser realizadas, sim, mas, em contrapartida, frisou que todos os vereadores estão presentes para poder ajudar a comunidade. A palavra livre está justamente para que a comunidade coloque suas reivindicações e nós respeitamos as opiniões dele. Por outro lado, o cidadão citou que não encontra os vereadores, mas acho que ele não procurou o lugar certo. Nós estamos todas as terças- feiras, temos diversos meios de comunicação muito fáceis, afirmou o vereador.
Haliton Kormann apoiou as críticas feitas pelo morador e foi mais além. Disse que se o prefeito resolver os problemas de Guabiruba em quatro anos, ele tem que se eleger presidente da República. Já o vereador Jaime Luiz Nuss atacou a situação, especialmente o vereador Valdecir Gomes Ferreira. Segundo Jaime, Valdecir deu prazos para que algumas obras fossem realizadas e até agora nada.
Jaime também falou sobre o pronunciamento do morador de Guabiruba, especialmente sobre o funcionário público que o cidadão disse ser mal tratado por ele.
Especificamente, o Valdecir Boiadeiro ocupou a tribuna no passado e agora começou a dar prazo. A exemplo do abatedouro que ele disse que o prefeito iria fazer em seis meses, não sei se o calendário dele tá certo, mas esse prazo fechou em julho. É uma serie de situações, inclusive a denúncia que eu acho mais grave é desse funcionário público, que foi tratado como fiscal de obras, que eu não sei quem é que destratou esse cidadão que foi reivindicar uma obra e isso é inadmissível que um funcionário público que paga seus impostos trate um cidadão dessa maneira, finalizou.
LDO




