A Prefeitura de Brusque não fez a fiscalização devia para que o atraso no andamento das obras de macrodrenagem da bacia do bairro Nova Brasília não ocorresse. Palavras do vereador Paulinho Sestrem (PRP) na tribuna da Câmara durante a sessão desta terça-feira (15). Essa falta de olhos abertos teria custado aos cofres do município prejuízo na casa dos R$ 8 milhões.
"A comunidade era quem fiscalizava a obra. A Prefeitura nem aparecia lá", disse na tribuna.
Segundo o parlamentar, que apresentou o contrato feito entre a empresa Catedral Construções e a Prefeitura, a rescisão o contrato entre as partes poderia ter sido efetivada muito antes do ocorrido, em junho deste ano. Isso porque com um novo processo licitatório, o drama dos moradores só vai aumentar.
O vereador disse, ainda, que a Prefeitura somente agiu depois que recebeu informações oriundas de vistorias feitas pelo Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil (Sintricomb), que foi ao local averiguar as condições de atividades dos funcionários.
“Se não fosse isso, os moradores estariam lá, hoje, ainda, esperando a a Catedral resolver o problema, pois recebeu reclamações da comunidade e cobrou posicionamento do poder público”, disse ele.
O vereador criticou a forma com que o município permitiu a terceirização do serviço.
A Prefeitura anunciou que esta semana será dado início ao novo processo de licitação para contratar nova empresa para executar a obra até o fim.


