A sessão desta terça-feira (7) foi histórica para a Câmara Municipal de Brusque. A reunião marcou o início do uso de sistema eletrônico para computar os votos dos legisladores em plenário. Um investimento de R$ 105 mil feito pela mesa diretora da Casa. Isso, incluindo, além do painel, o próprio sistema, computadores novos e treinamento aos vereadores para uso da ferramenta.
O sistema apresenta em uma tela, posicionada atrás da mesa diretora, os votos dos quinze vereadores com seus nomes e respectivas fotos. Basta que eles apertem um tecla situada na mesa de cada um para computar a. “Vimos que o sistema funcionou. É um sistema bom, tranquilo de operar. De todos os vereadores que participaram da sessão hoje, apenas dois não receberam ainda o treinamento”, pontuou o presidente da Câmara, Jean Pirola (PP).
O novo meio agiliza a votação e acaba com um problema recorrente na hora de colocar os projetos em votação; em muitos casos, os projetos eram votados sem que se conseguisse contabilizar quem e se todos estavam presentes. Prova disso foi que em uma das votações da noite, a posição do vereador Guilherme Marchewsky (PMDB) não foi computada porque ele não estava naquele instante no plenário. Neste caso, o voto fica em branco.
Pirola assegura que a tecnologia vai dar mais agilidade na votação e maior economia. Isso porque todo o conteúdo de projetos disponibilizado aos vereadores era impresso. “Temos 15 vereadores e se todos tirassem cópia de cada projeto teríamos um grande número de papel. Isso dá para ter a ideia de quantas copias se teria somente na sessão de hoje”, frisa ele.
O leitor pode conferir uma parte das novidades disponibilizadas pelo Legislativo ao clicar, no final desta matéria, no link para acompanhar o que foi votado e aprovado a sessão desta terça-feira.
OUTROS ASSUNTOS
Ideologia de gênero nas escolas
Ainda na sessão desta terça-feira, o vereador Dejair Mcahado (PSD) voltou a tocar no assunto da ideologia de gênero. O assunto virou polêmica na elaboração do Plano Municipal de Educação, votado e aprovado na última sessão. A proposta foi alvo, inclusive, de polêmica na esfera federal.
“Essa ideologia de gênero nada mais é que a desestruturação da família tradicional”, disse ele, citando dois projetos federais que permitem que crianças e adolescentes possam ir à justiça reivindicar o direito de mudar de sexo, caso sejam impedidas pelos pais. As propostas são de autoria dos deputados federais Jean Willis (PSOL/RJ) e Erika Kokai (PT/DF). Ele disse que não se coloca contra a opção sexual de cada um, mas em relação à maneira impositiva com que se está tentando inserir tal “pensamento” na formação das crianças, principalmente na escola.
Hospital Azambuja
O vereador Norberto Maestri (PMDB), o Kito, fez uma apresentação da situação em que se encontra o Hospital de Azambuja. Números que mostram o avanço da unidade em termos de gestão, por conta de investimentos feitos na inovação da estrutura. “Está se pensando em uma mega estrutura ara que se possa dar um conforto de atendimento à população”, destacou ele.
O vereador José Isaias Vechi (PT), em aparte, fez questão de frisar que o hospital está bem, mas que não se pode esquecer da medida adotada pelam prefeitura na gestão do ex-prefeito Paulo Eccel de intervir na gestão da unidade para que a mesma não fosse fechada.
Casa de Passagem novamente
Outro assunto que gerou embate entre governo e oposição foi, novamente, a Casa de Passagem. A bancada oposicionista elaborou uma moção para o Executivo, cobrando o criticando o fechamento da unidade. Conforme já anunciado pela prefeitura. A moção foi rejeitada.
PARA SABER O QUE FOI VOTADO E APROVADO, CLIQUE NO LINK AO LADO: http://migre.me/qGH3T



