Depois de vários debates, discussões e procura pela melhor solução, o mamógrafo da Rede Feminina de Combate ao Câncer está funcionando desde a última semana no Hospital Azambuja. O equipamento está em uma sala específica no Centro de Imagens, onde a Rede queria que ficasse desde a procura por um novo local.
A presidente da Rede Feminina, Sônia Marisa Zink, se disse bastante feliz pela fim de toda a preocupação da entidade em procurar um novo local para o aparelho. Ou seja, a partir de agora, as pacientes da Rede já sabem onde ir em caso de necessidade de um exame de mamografia.
Durante o tempo em que o equipamento ficou sem operação no antigo Hospital Evangélico, a parceria com o Hospital Azambuja foi se desenhando, com os casos da Rede sendo repassados ao Centro de Imagem. Quem podia, pagava R$ 40 por exame, e nos casos de dificuldade financeira, o atendimento era gratuito.
O novo espaço é todo decorado na cor rosa, e fica em uma área específica do centro, com sala de espera para as pacientes. Sônia afirmou que normalmente as mulheres têm receio de fazer o exame, e o espaço com a decoração mais leve ajuda a amenizar a apreensão.
Por parte da Rede Feminina, o atendimento em geral é de cinco mamografias por dia, na média. E com a instalação do equipamento no Hospital Azambuja, a parceria antiga entre as instituições se fortalece.
Segundo o administrador do hospital, Fabiano Amorim, a capacidade com o aparelho, que tem pouco tempo de uso, é de cerca de 1.000 exames por mês. Ou seja, desde a última semana o local está pronto para receber uma demanda maior que a antiga, que chegava no máximo a 500 mamografias por mês.
O equipamento receberá as pacientes da Rede Feminina, os exames contratados através do SUS, além de pacientes particulares.



