Polícia não fala sobre execução do frentista Patricio
Agentes da Divisão de Homicídios da Central de Policia de Balneário Camboriu trabalharam em Brusque durante todo o dia e boa parte da noite desta sexta-feira (23), fazendo um levantamento completo da vida de Patricio José Silvano (27), encontrado morto na manhã de quinta-feira (22) em Camboriu.
Ele foi executado com dois tiros e por hora, as causas e autoria ainda são um mistério, diz o Delegado Eliomar José Beber. Esclarecer é só uma questão de tempo, diz opolicial, que não acredita em "crime perfeito".
Atencioso, atento a todas as indagações, o delegado Beber recebeu no final da tarde desta sexta-feira, a jornalista Liliane Dias e o repórter Paulo Schmidt. Mostrou todas as dependências da delegacia que é um braço da Deic, enquanto falava com orgulho do trabalho feito pelas equipes da Central de Polícia.
Não quis adiantar informações sobre a linha de investigação que apura a morte de Patricio. O delegado diz que a partir do momento que a polícia vai ao local onde está a vítima e colhe detalhes periciais, acaba o mistério. O que falta é a coleta de provas.
Patricio foi executado com dois tiros que partiram de armas diferentes, um no tórax e outro na cabeça e o corpo arrastado para o mato às margens da estrada. O carro que ele usava não foi localizado.
No local, um boné, pedaços de caixas e de cornetas de som e sangue da vítima. Patricio não tinha antecedentes criminais e a sociedade de Brusque vai ser informada sobre o resultado do trabalho da polícia, garante o delegado. O corpo de Patricio foi sepultado no final da tarde desta sexta-feira, no bairro Águas Claras, segundo familiares ele deixou um filho de dois anos.



