Acadêmicos de Direito simulam júri popular
Juiz, jurados, promotor, advogados de defesa e oficiais de Justiça. Todos reunidos na noite de segunda-feira (11)l, para definir o futuro de um réu acusado de matar o cunhado com cinco facadas durante uma briga de bar. A acusação alega que houve "intenção de matar". A defesa rebate e garante que foi "legítima defesa". O crime ocorrido em 2002, em Navegantes, é real. Mas, o julgamento no auditório do Bloco C do Centro Universitário de Brusque (Unifebe), não passou de uma simulação.
Baseados na legislação em vigor, acadêmicos da 3ª e 5ª fases do curso de Direito participaram de um júri simulado e tiveram que julgar o caso. A atividade tem a tradição de levar a julgamento temas reais e polêmicos. A professora Ana Selma revelou que "boa parte dos alunos nunca viu um júri, nem simulado". Ela explica que uma turma ficou responsável pela acusação e outra pela defesa. "Por unanimidade, o réu foi absolvido". Ana ressaltou que a decisão dos jurados fictícios foi a mesma daqueles que julgaram o processo na vida real.
A atividade coordenada pelos professores da disciplina de Direito Processual Penal II, Ana Selma Moreira e Juscelino Carlos Boos, que também é delegado da Polícia Civil.


