Ex-funcionários cobram pagamento
Um grupo de ex-funcionários do Instituto Amea (Instituto Dehoniano Integrado dos Amigos da Antena), que contratou mão-de-obra para o desenvolvimento de projetos da prefeitura de Brusque, se reuniu durante a tarde de hoje (10) para reivindicar o pagamento das rescisões contratuais, cujo prazo do aviso prévio encerrou ontem (9). O manifesto aconteceu na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brusque (Sintricomb), que mediou a negociação junto ao órgão prestador de serviços à prefeitura.
De acordo com os trabalhadores, o dinheiro da rescisão não entrou na conta dos 300 funcionários que foram desligados. Passadas algumas horas de negociação, o presidente do Sintricomb, Renato Lungen, retornou da sede do Instituto dizendo que "se eles não chegarem em 15 minutos, vamos todos lá para frente do Instituto", comentou.
Alguns minutos depois, dois funcionários do Instituto chegaram à sede do Sintricomb com a documentação para dar início ao pagamento. Entretanto, foi liberado apenas férias e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O dinheiro referente aos demais encargos a que têm direito os trabalhadores não tem data para ser quitado, segundo informações repassadas ao grupo.
Segundo informaram na sede do Instituto, o diretor administrativo do Instituto Amea, João Luiz Pimentel Neiva de Lima, está em Balneário Camboriú. Ainda de acordo com os funcionários, somente ele poderia se manifestar sobre o caso. A direção do Instituto alega que está encontrando dificuldade para cumprir com as rescisões contratuais dos funcionários, pois há vários meses que a prefeitura deve cerca de R$ 2 milhões ao órgão.



