"O projeto não funciona", diz Duda Hoffmann
O vereador Eduardo Hoffmann (PDT) levou novamente à tribuna da Câmara Municipal, durante a sessão desta terça-feira (22), o assunto referente ao programa Segundo Tempo e sua realização pelo Instituto Contato. Ele defendeu a não manutenção do projeto na cidade de Brusque.
Hoffmann usou reportagens dos jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo, sobre problemas detectados no contrato do Instituo com o ministério dos Esportes, para embasar as críticas. Além disso, ele mencionou que os dois primeiros anos do programa Segundo Tempo em Brusque não foram satisfatórios.
O motivo foram inúmeros problemas, segundo ele, detectados por uma comissão de vereadores no ano passado, o que originou o pedido à prefeitura para que não renovasse o contrato.
Jonas Oscar Paegle (DEM) disse que é preciso ter muita cautela no momento de se pensar na renovação do contrato com o Instituto. A alegação dele é que se houver os mesmos problemas, será apenas "dinheiro jogado fora".
Já o líder do governo na Câmara, Vlamir Ludvig (PT), comentou sobre uma reunião feita entre a Fundação Municipal de Esportes (FME) e alguns representantes das dez comunidades convidadas a participar do programa nesta etapa. E frisou que o pedido para manutenção do programa estava sendo feito justamente pelas comunidades.
Alegação que não convenceu Hoffmann, que chamou novamente a atenção para o relatório da comissão ano passado. "Quer dizer que o que a comissão descobriu não vale nada? Que somos todos burros?", esbravejou na tribuna.


