A força tarefa constituída por representantes de diversos segmentos da sociedade civil organizada de Brusque, entre eles também o poder público, se reuniu na manhã desta quarta-feira (5) para apresentar números sobre as visitas feitas à Rua Azambuja. O encontro ocorreu na sede da Associação Comercial e Industrial de Brusque (Acibr). A intenção da diligência era de averiguar a situação de um grande número de edificações que se apresentam irregulares.
De acordo com o Grupo de Proteção à Infância e Adolescência (Grupia), que liderou a investida, 37 imóveis foram mapeados, através de uma parceria entre Instituto Brusquense de Planejamento (Ibplan) em parceria com a Defesa Civil e a Associação de Moradores do Bairro Azambuja. Das edificações vistoriados pelo Corpo de Bombeiros Militar, 30 apresentaram irregularidades. Os proprietários foram convocados para assinarem um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) estabelecendo os deveres e as obrigações a serem cumpridas. Foi determinado o prazo de 30 dias para que cada proprietário apresente o projeto de regularização da edificação.
Das edificações vistoriados pelo Corpo de Bombeiros Militar, 30 apresentavam irregularidades, sendo que deste 93,3% sequer tinham qualquer registro no Corpo de Bomembeiros. Falta projeto, central de gás , saídas de emergência e demais sistemas preventivos contra incêndios.
A reunião contou com 24 integrantes do Poder Público e da Sociedade Civil e foi coordenada pelo Conselheiro Tutelar Paulo Vendelino Kons, representando o Grupia.
Com informações repassadas pela coordenação do Grupia



