Animais podem ser identificados através de microchip
Assim como os seres humanos têm um registro geral, os carros devem ter os documentos. Com o avanço da tecnologia, os animais podem ser identificados através de microchips implantados sob a pele deles. A tecnologia é aplicada através de uma injeção. Cada vez que um animal recebe o microchip, o veterinário passa os dados do animal e do proprietário para uma central onde são cadastrados os animais do Brasil que possuem chip.
De acordo com o médico veterinário Edson Rogério de Souza, a tecnologia já existe há alguns anos, mas não era tão popular. "Isso está se tornando cada vez mais comum. Acredito que em breve todos os animais terão esse sistema de identificação", relatou Edson.
Um mito relacionado ao microchip é que os animais podem ser localizados através de satélite. Na verdade, o microchip não rastreia o animal. Ele apenas identifica a numeração do microchip através de um aparelho eletrônico que faz a leitura do código do animal e, verificando o cadastro pela central, pode-se ver de onde é o animal e quem é o proprietário.
"Quando o animal tem um chip, o dono ganha um certificado. Se o animal for extraviado, o certificado comprova que aquele animal é dele", comentou o veterinário.
O microchip mede cerca de um centímetro e é composto por um material bastante resistente. De acordo com Edson, não existe efeitos colaterais após a aplicação e o animal não sente nenhum desconforto. Uma vez aplicado, não é necessário realizar manutenção e o chip funciona até o fim da vida do animal.
Os microchips podem ser aplicados na clínica SOS Animais por R$ 70. Podem receber a tecnologia, cães, gatos, animais silvestres como porquinhos da índia, coelhos ou outros animais de estimação.



