Nos últimos dias, em meio à situação que toma conta de Brusque com a proximidade de uma eleição indireta para escolher novo prefeito e vice, muitos questionam sobre o porque de a votação que vai ser realizada no dia 30 de abril será secreta. Isso por conta de que uma emenda à Lei Orgânica do município, votada e aprovada pela Câmara em 2013, e que dá fim à prática do voto secreto no Legislativo brusquense, exceto para eleição da mesa diretora.
De acordo com o presidente em exercício da Câmara Municipal de Brusque, Jean Pirola (PP), a votação será secreta por determinação do Tribunal Regional Eleitoral. Isso porque a legislação estadual, segundo ele, proíbe votação aberta em situações de eleição indireta, como é o caso de Brusque. “Fizemos essa consulta ao TRE, porque tínhamos esse desejo de que a votação fosse aberta e eu sou um dos que defende isso, mas o presidente do TRE nos informou que isso não será possível por conta do que manda a Constituição estadual”, pondera Pirola.
A eleição do novo prefeito e do vice de Brusque ocorrerá a partir das 14h do dia 30 de abril, no plenário da Câmara de Vereadores. Como o pleito é indireto, somente os 15 vereadores poderão votar.



