Poucas pessoas participaram da manifestação marcada no início da noite desta sexta-feira (19), em frente ao terminal de ônibus. Além do repórter da rádio Cidade, que estava realizando o trabalho de cobertura, sete pessoas estavam em frente ao terminal aguardando a chegada de mais pessoas para participar da manifestação “Diretas Já”, o que não aconteceu.
A manifestação foi marcada na quinta-feira (18), um dia após o escândalo envolvendo o presidente Michel Temer. No Brasil já existe um movimento principalmente em grandes capitais, pedindo a saída do presidente e que seja realizada novas eleições. A Polícia Militar de Brusque chegou a enviar quatro viaturas para dar segurança no local, mas 15 minutos depois apenas policiais do PPT permaneceram no local.
Cedenir Simon, presidente do PT em Brusque, fazia parte desse grupo que estava em frente ao terminal. Em entrevista ao vivo na rádio Cidade, o petista disse que acredita que como essa situação envolvendo o presidente é recente, e as pessoas estão mais cautelosas sobre os fatos que vem ocorrendo, muita gente procura o silêncio nesse período para analisar os fatos.
Ele também informou que o manifesto desta sexta-feira (19) não foi organizada apenas pelo PT, teve a participação de outras pessoas não ligadas a partidos.
Ele disse que o objetivo principal do movimento é não acontecer no país o que ocorreu em Brusque, onde a população não teve a oportunidade de escolher o substituto de Paulo Eccel quando saiu da Prefeitura. “As eleições diretas só vai acontecer se o povo se manifestar, caso não ocorra esse manifesto teremos mais uma escolha indireta, onde esse congresso que já está comprometido, vai escolher um presidente” disse Simon.


