"Nunca desejei a morte de meu filho"
No final de manhã de hoje (30), o juiz Edemar Leopoldo Schlösser ouviu o relato de Avelino Gucki (71) durante o depoimento onde ele desmente ter desjado a morte do filho, Edevino, tal como havia relatado a nora Domenica em outro depoimento prestado ao tribunal do júri nesta manhã.
Avelino disse que com freqüência o filho chegava em casa embriagado. Ele também afirmou que o filho o roubava e chegou a tirar lâmpadas e maçanetas das portas da casa para trocar por bebida. Avelino informou ainda que fazia pouco tempo que ele havia comprado a arma utilizada para matar o filho.
O agricultor aposentado, pai de doze filhos, disse que por diversas vezes que pediu para Edevino sair, porém nunca foi atendido. O acusado respondeu as perguntas do promotor de justiça, Murilo Casemiro Mattos, e dos advogados de defesa, Marcellus Dadan e Adriana Duarte.
O promotor de Justiça tem até o meio da tarde de hoje para debater o caso com os jurados. Em seguida, será feito um intervalo para que todos possam almoçar. A pena mínima para casos como esse é de seis anos e a máxima, de 20 anos.



