A violência no Estado foi tema de discussão entre os deputados catarinenses na última sexta-feira (12) na Assembleia Legislativa. Nos últimos dois anos com o aumento dos chamados crimes bárbaros e que chocam a sociedade levou ao deputado estadual, Maurício Eskudlark (PR) fazer a afirmação de que o país está vivendo uma guerra civil. O deputado que já foi delegado de polícia na sua avaliação disse que é necessário mudar a legislação, que atualmente é muito branda, e que transmite a sociedade a sensação de impunidade.
Outro parlamentar que falou sobre o tema foi o deputado, Nilson Gonçalves, que destacou entre os motivos que estão elevando os índices de violência no Estado são a degradação dos conceitos éticos e morais que a sociedade contemporânea tem perdido nos últimos anos, e o desmonte do conceito família, principal base de formação de qualquer ser humano.
No seu entendimento sem o fortalecimento destes elos, a sociedade se afasta da sua religiosidade e passa a viver cada vez mais em um mundo de mesquinhez sem se preocupar com o próximo. Entre os crimes citados pelos deputados estão a decapitação de dois jovens em Joinville, e o motociclista que ao se acidentar no túnel Antonieta de Barros, em Florianópolis, enquanto agonizava caído ao chão, um rapaz se aproximou e não prestando socorro furtou a carteira, e depois mais tarde a moto também foi furtada do local, a vítima do acidente veio a óbito depois no hospital.



