Durante esta semana a família Bertolini, residente na rua SL029, no bairro Santa Luzia, relatou a situação de desconforto em que estão sendo obrigados a conviver por conta do acúmulo de lixo próximo a residência da família. Com o acúmulo, os problemas também surgem, como o mau cheiro excessivo, a proliferação de insetos tais como moscas, mosquitos, baratas, aranhas e a presença de outros animais como ratos, gambas, gatos e cães que acabam espalhando o lixo no local.
O presidente da Associação de Moradores do bairro Santa Luzia, Joaquim Jerônimo Sobrinho, informa que o imbróglio é antigo e o que falta mesmo é consenso entre os próprios moradores. De acordo com ele, já foram realizadas inúmeras reuniões para que fosse dada uma solução adequada ao problema, sem haver prejuízos para nenhum morador, mas não houve até agora um acordo comum entre os residentes.
Ainda segundo ele, também foram buscadas alternativas junto a prefeitura, e junto a empresa responsável pela coleta de lixo naquele local, a Recicle, mas nenhuma solução foi dada. A única paliativa encontrada foi a colocação de duas caixas de madeira para guardar o lixo, sendo que ele mesmo e os demais moradores reconhecem não ser a forma ideal, as caixas são totalmente inapropriadas para o armazenamento do lixo.
Eis que surgiu então uma ideia, que fosse construída uma caixa de alvenaria padrão próximo aquele local para que o lixo pudesse então ser guardado corretamente. Mas nenhum dos moradores próximo se prontificou em ceder o terreno para a construção desta caixa que a princípio poderia ser talvez a melhor solução deste impasse.
Joaquim Jerônimo enfatizou que enquanto não houver consenso entre os próprios moradores o problema irá se tornar cada vez mais recorrente. Nova reunião entre moradores deverá ocorrer para colocar na pauta de discussão mais uma vez a destinação correta do lixo na sua SL029.


