Em momento nenhum foi autorizada a saída de alunos e professores para manifesto nenhum. A escola não vai se manifestar por enquanto. Se os pais quiserem tomar alguma atitude, cada um é cidadão e pode defender o seu, agora, a escola não vai se manifestar.
Palavras de Luciana Ludin Bruns, diretora do Colégio Cenecista Honório Miranda, localizada na Rua Hercílio Luz, a poucos metros do local onde será instalada a Casa de Passagem, motivo de discussões acaloradas que dividem opiniões.
Antes da realização do segundo protesto, ocorrido no fim de manhã desta quinta-feira (25), foi anunciado por alguns integrantes da APP daquele educandário que esta poderia contar com os matriculados. Porém, após ordem expressa da diretora, estes foram proibidos de participar.
Apesar da isenção da instituição de ensino quanto ao tema, a frente dos protestos foi tomada por Rodrigo Ramos de Oliveira, presidente da Associação de Pais e Professores da escola. Fato que motivou uma pergunta a diretora. Os manifestos não deveriam ser liderados por moradores, ou melhor, se o próprio presidente da APP quisesse ter tomado a frente, ele não deveria ter se identificado como um morador e não como um integrante da APP?
No que ela respondeu: Olha, a APP não é vinculada ao colégio. Ela foi criada para defender os interesses da comunidade e dos alunos. Se isso aconteceu, ele pode ter se exaltado politicamente.
Ela também ressalta o que o próprio presidente da APP disse anteriormente: Eu não vejo que houve preconceito contra essa casa de passagem. Com o contato que eu tenho com o presidente da APP, eles não são contra a casa de passagem, ele é contra a localização dela.




