Na rotatória da figueira, falta conhecimento ou respeito?

A rotatória da figueira apresenta fluxo de veículos intenso, principalmente em horários de pico no trânsito. Neste ponto ocorre a ligação das avenidas Getúlio Vargas e Dom Joaquim e também do acesso para rua Gustavo Richard e nos dois sentidos da rua Azambuja, além da rua Augusto Maluche essa com mão única, que apresenta apenas saída dos veículos.
A rádio Cidade recebeu a sugestão de um internauta que está inconformado com o desrespeito no local e nossa reportagem esteve no sábado (4) pela manhã acompanhando o fluxo no trânsito num período de meia hora. O que percebemos é que a maioria dos motoristas desconhecem ou não respeitam a sinalização da rotatória. Em todos os sentidos de saídas, com exceção de quem vem da avenida Getúlio Vargas, isto porque infelizmente a placa de sinalização está caída, nas demais existe a placa de regulamentação, branca com detalhe do desenho em vermelho que significa ‘Dê a preferência’, ou seja, a preferência para quem está dentro da rotatória.
Ocorre que a grande maioria dos motoristas que saiam da rua Augusto Maluche não respeitam a orientação da placa e acabam considerando essa via como preferencial e não param. O que se percebe é buzinas e reclamação de outros motoristas. Os pedestres também acabam não sendo respeitados por motoristas que param sobre a faixa, quando essa deveria estar sempre livre.
Em 2012 o IBPLAM que tinha como coordenador o atual vereador Paulo Sestrem, apresentou um estudo para retirada do semáforo que existia na figueira. Foi então adotada a rotatória para melhorar a fluidez dos veículos. Na época os estudos já indicavam que essa seria a melhor opção o que realmente se confirma. O que existe hoje é falta de conhecimento ou respeito de motoristas que não atentam a orientação ou até mesmo alguns que consideram que estão com a razão e acabam não seguindo a indicação da placa de regulamentação ‘Dê a preferência’ para quem está na rotatória.



