Ao chegar ao Zoobotânico de Brusque, o visitante já consegue sentir a leveza do lugar, devido aos 200 animais de 77 espécies que estão no espaço. Além do som natural dos animais, o cheiro das mais variadas árvores e a tranquilidade que o ambiente transmite, também é possível verificar que o parque é vítima de muito limo, devido à umidade resultante da mata fechada.
O superintendente do Zoo, Paulo Roberto Mellão Filho, reconhece que o limo aparece com bastante frequência nos trechos mais utilizados para o passeio dentro do parque e diz que a manutenção é feita diariamente.
“A manutenção do parque, hoje, ela se inicia às 5h da manhã com o responsável da conzinha, que já faz todo o trabalho de separação da comida de todos os recintos. A partir das 7h, os funcionários de serviços gerais começam a fazer toda a limpeza do parque, desde a recolher as folhas pelo caminho e toda parte da manutenção que a gente faz todos os dias”, pontua ele. Trabalho que inclui a limpeza das calçadas, dos recintos e reformas do que for necessário.
Segundo Mellão Filho, que responde pela superintendência desde janeiro deste ano, há um projeto parado desde 2012 e que agora teve sequência na busca de recursos para obras no local. “Já fiz uma boa conversa com o deputado federal Mauro Mariani e o secretário de desenvolvimento econômico Carlos Chiodini. Vou receber os dois na sexta-feira, dia seis”, cita, data que ele deve entregar em mãos dois projetos, um de acessibilidade e pavimentação e outro de câmeras e som do parque.
LIMO NA CALÇADA
Há alguns dias, a Rádio Cidade recebeu uma foto em que apontava uma grande quantidade de limo nos principais calçamentos do parque. Ao ser questionado sobre isso, Paulo diz que o limo se desenvolve em superfícies muito úmidas e que há uma pessoa responsável pela limpeza com uma lavadora a jato e que iniciou na última segunda-feira (23).
Entretanto, até mesmo pelo tamanho do local, será disponibilizado outro funcionário para a retirada do limo, na próxima semana, devido à grande quantidade. “Lembrando que o parque só faz essa limpeza com água, porque a gente não pode usar nenhum tipo de produto químico, já que o Ibama não permite”.
Ele diz que, por ter ciência do limo deixar as calçadas escorregadias, foram implantadas placas indicativas nos locais mais perigosos. “Peço que as pessoas entendam esses trechos do parque, nas partes mais baixas do parque, onde a vegetação é mais fechado que é mais perigoso. Mas, em breve, vai estar mais fácil de caminhar”.




