A direção do hospital de Azambuja apresentou esta manhã à imprensa um balanço dos dois primeiros meses deste ano da gestão da unidade. Depois de realizar em torno de 200% a mais de no ano de 2018 em relação a 2017, a unidade pretende colocar o pé no freio nos próximos meses.
De acordo com o admistrador do hospital, Evandro Roza, em 2017, o hospital realizou investimento na ordem de R$ 792.737,75 mil. No ano seguinte, o montante foi de R$ 2.465.206,40 milhões. Ampliação de estrutura, novos procedimentos e leitos, entre outras ações integram o montante.
Em relação ao atendimentos e procedimentos, os dois primeiros meses deste ano registraram queda ewm comparação com o ano de 2018 no mesmo período. As internações são um exemplo disso. Enquanto que no ano passado o hospital anotou média de 1.042, em 2019 esse número foi de 1.006.
Já o número de nascimentos cresceu na média de um ano para o outro. No ano passado foram registrados 168, ao passo que este ano nasceram 176 crianças.
O administrador do hospital voltou a cobrar mudança na forma de atuação do poder público local sobre a demanda de atendimento por parte da população. O caso da espera por muitas horas no pronto socorro foi um dos pontos abordados por ele. Para Roza, a Prefeitura deveria fazer um estudo e deslocar os usuários de acordo com suas regiões, em outras unidades, a fim de desafogar o Azambuja. A abertura da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Bairro Santa Terezinha e o atendimento no hospital de Dom Joaquim seriam duas opções.
Para o padre Nélio Schwanke, diretor do hospital, o Azambuja absorve a maior parte da demanda, inclusive do que deveria ser de prerrogativa das Unidades Básicas de Saúde. Ele afirma que o hospital está em um patamar bom de atendimento e oferta de serviços, mas não pode dar conta de tudo sozinho.




