Acusado de matar casal de Santa Catarina é extraditado

Na sexta-feira (11/12) a Polícia Civil prestou apoio aéreo a Polícia Federal na extradição de um foragido da justiça gaúcha, denunciado pelo homicídio de um casal de Santa Catarina, ocorrido em 2015, em Canoas.
Em virtude da alta periculosidade do preso, a operacionalização da extradição se deu com o apoio da Coordenação de Aviação Operacional da Polícia Federal (CORE _CAOP), membros da INTERPOL Brasília e Porto Alegre, da Divisão de Operações Aéreas da Polícia Civil, do IGP/RS e da SUSEPE/RS.
O extraditado estava preso no Paraguai desde 2017, onde aguardava a tramitação do processo para retorno ao Brasil que aconteceu na tarde desta sexta-feira (11/12). O preso foi entregue pelas autoridades daquele país à Polícia Federal, em Assunção (PAR), e embarcou para Porto Alegre em aeronave da própria corporação, que pousou no Aeroporto Internacional Salgado Filho. O preso foi encaminhado ao sistema prisional em helicóptero da Polícia Civil do Rio Grande do Sul.
Conforme histórico criminal, o extraditado atuava como "pistoleiro" e foi denunciado pela morte dos catarinenses Paulo César Raichaski e Solange de Lima Vargas, em 2015. Os corpos do casal foram encontrados carbonizados, às margens da BR-448, em Canoas, no dia 26 de agosto daquele ano. O foragido foi preso durante uma ação da Polícia Nacional do Paraguai que desarticulou uma quadrilha com 28 criminosos - 12 deles brasileiros - que usavam uma fazenda como entreposto para contrabandear cigarros para o Brasil. Além do processo na Justiça do Rio Grande do Sul, o extraditado é procurado pelas polícias do Mato Grosso do Sul e do Paraná por, pelo menos, outros quatro homicídios.
Fonte : Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Sul


