O vice-prefeito de Brusque, José Ari Vequi, foi o entrevistado desta sexta-feira (15) do programa Rádio Revista Cidade, da Rádio Cidade. Na ocasião, ele falou sobre a decisão do MDB de não fazer parte do governo estadual de Carlos Moisés, além de obras em execução e projetos na cidade de Brusque.
Vequi disse que participou da reunião com a executiva estadual do MDB que bateu o martelo sobre a oposição ao governo do estado. Ao contrário do que chegou a ser noticiado, o partido não vai fazer retaliação a quem decidir ficar o cargo de comissão. O que se sugeriu em documento é que estes e licenciem da legenda enquanto estiverem ocupando tais funções.
“Apenas o partido pediu para ficar independente. É muito tempo de governo e isso realmente desgasta. Como desgastou muitos governos”, destacou ele.
Ministério do Trabalho
Vequi reforçou a notícia de que os serviços prestados pelo Ministério do Trabalho na cidade de Brusque serão mantidos, mesmo com o anúncio da desativação da agência do órgão. A resposta teria sido dada a ele diretamente pelo deputado federal Rogério Mendonça, o Peninha, na última semana.
O vice-prefeito disse que a medida anunciada pelo governo federal pode soar amarga, mas faz parte de um projeto de mudança exigido pela sociedade em diversos setores e aspectos da administração pública.
“Nós votamos na mudança e essa mudança tem que acontecer”, disse o vice-prefeito.
Obras regionais
Vequi falou, ainda, sobre pleitos regionais feitos ao governo do estado. Entre estes estão as obras de duplicação da Rodovia Antonio Heil e a Barragem de Botuverá.
A obra da rodovia está andando lentamente, disse. O problema maior é com a empresa que executa a obra. Ela recebeu pelo que executou até o momento e não está dando sequência aso trabalhos. Estão pendentes dois retornos, um no Limoeiro e outro no Brilhante.
Outro entrave que surgiu diz respeito à drenagem pluvial na divisa com Itajaí. Á agua está entrando nas casas quando chove. O governo do estado começou a fazer uma galeria e interrompeu na metade da rua.
“Conversei com o engenheiro responsável e ele acha que o projeto terá de continuar dali. Senão terá de indenizar várias casas e o estado não tem dinheiro para isso”, destacou ele.
Obra da Rua Padre Antonio Eising
A obra da Padre Antonio Eising terá continuidade. O atraso se deve a pagamentos à empresa que faz o serviço. O recurso para execução d mesma deveria chegar do governo estadual o que não ocorreu o tempo correto. O município teve de depositar valor próprio para que os serviços continuem.
A obra está programada em dez etapa. Cada uma delas requer liberação de recursos do governo estadual e somente agora vão começar o serviços na terceira delas.
“Como o estado não tem recursos, muitas vezes não podemos antecipar recurso da Prefeitura para a obra. Infelizmente não temos recurso. Dependemos de repasse do governo do estado”, destacou.
Praça Barão de Schneéburg
Começou a colocação de tapumes. A obra tem prazo de oito meses para ser concluída. São R$ 250 mil de recursos federais, mais valor da Prefeitura. A intenção é concluir a mesma em, no máximo, seis meses.
Asfalto da Rua Vitor Meirelles (Bairro Santa Rita)
A obra não consta no planejamento. Há problema de drenagem naquela região, segundo Vequi. Não há recurso financeiro no momento para executar.
“É uma obra cara, pois terá de sair da rótula da Vitor Meirelles e ir até o Rio Itajaí e pegar as águas da Rua Camboriú”.
Obra de asfaltamento do Bairro Limeira
Começou no final de semana. São dois anos para conclusão. O valor dos pouco mais de cinco quilômetros de extensão será de R$ 6,1 milhões.




